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02 – Falando de COMPROMISSO…

fevereiro 25, 2008

Toda unção tem um objetivo. Não existe unção sem alvo.

Por que os apóstolos foram batizados com o Espírito santo e receberam poder? Para testemunhar não apenas com palavras, mas com demonstrações do que diziam.

Isaias 61 fala de unção “O Espírito do Senhor está sobre mim” e de um mandato apostólico “e me ungiu e enviou” com uma finalidade “para apregoar o dia do Senhor e libertar…”.
Algo que precisa ficar claro em nosso entendimento é que os dons foram confiados à nós mas não são nossos. Deus nos deu através da unção, mas eles têm um propósito, um fim proveitoso. Os dons são os meios, o que realizamos com eles o fim. O dom não é o fim.
Existe uma diversidade de dons e diferentes manifestações descritas em Romanos 12, porém o alvo é o mesmo: são concedidos pelo Espírito Santo para um fim proveitoso.

Particularmente não consigo ver um fim proveitoso em ter dons se eles não são usados para servir a outros.

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Os dons não são nossos mas foram confiados a nós assim como ministérios e têm objetivo e esse objetivo é servir ao corpo de Cristo. Não são meus nem seus. São do Senhor. Ele os deu, confiou-os a nós e teremos que prestar contas do uso que fizemos ou não deles.  
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Não recebemos a unção nem o batismo com Espírito Santo e os dons para nos gloriarmos ou nos promovermos como muitos fazem.

Isso não é fim proveitoso!

Nós os recebemos para ministrá-los (ministrar é doar, ser ministro é ser doador) aos outros. Não foi para reter mas para liberar.

Quero por um instante que você volte seu entendimento para uma passagem interessante da vida do profeta Elias.

Deus lhe enviou para profetizar que não haveria chuva. Ele foi. Depois disso, foi enviado a uma vila onde existia fome e a situação das pessoas era de necessidade. Encontra uma viúva. Ele pede água e algo para comer e então ouve o relato da mulher que diz que tinha o minimo e aquele minimo ainda não era suficiente. Ela esperava o pior. Aqui entra o compromisso de ser ministro, o compromisso com a unção, o ser “doador. Ele pede que ela traga o que tem, e libera aquilo que estava sobre ele e isso traz resultado. Ele doou-se, ministrou, agiu.
Quem tem esse compromisso de se doar sempre é suprido e sempre será supridor.
Na medida que você libera seu dom ministrando-o mais a unção sobre tua vida será multiplicada, porque você dá e recebe e a medida de Deus é boa, recalcada e transbordante!

A unção tem como objetivo mudar as coisas ao nosso redor. A unção rompe com tudo que impede o agir de Deus. Ela nos torna agentes transformadores.

O mundo está se corrompendo e somos o sal que vai impedir essa corrupção. Foi para isso que fomos ungidos.

A Unção sobre nós liberta, cura, quebra cadeias, restaura vidas. É esse o propósito da unção que opera em nós: TRANSFORMAÇÃO!

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01 – Falando de SUBMISSÃO…

fevereiro 25, 2008

Submissão é um tema delicado, controverso, porém é vontade de Deus que o aprendamos. Deus deseja que tenhamos um caráter tratado e aprovado, que reconheçamos e respeitemos autoridades, e isso só é possível quando a submissão fizer parte da nossa vida.

Uma coisa que precisamos entender é que submissão é obediência, e obediência não quer necessarimente dizer concordância. Aliás, obedecer quando se está de acordo é fácil e não considero obediencia.

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Obediência é fazer por decisão mesmo quando não concordamos.  
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O primeiro nível de submissão é ao próprio Deus.
Vemos no livro de Gênesis que o homem recebeu uma ordem e a descumpriu. Tornou-se insubmisso, rebelde. Insubmissão e rebeldia têm destruido ministérios, ministros, famílias e vidas.

Ser submisso por outro lado não quer dizer que seremos capachos de ninguém ou fantoches. Não significa ser descaracterizado e não ter mais vontades, mas mostrar o verdadeiro caráter cristão em nós.

Se observarmos a oração de Jesus no Getsêmani veremos que a vontade humana não era cruz, tanto que ele diz “… se for possível afasta de mim esse cálice (cruz)”, porém na mesma oração ele demonstra a obediência e a submissão ao dizer “… porém, faça-se a TUA vontade”.

Autoridades foram instituídas por Deus e levantar-se contra uma autoridade é ir contra o próprio Senhor. (Ec 10:18; Tg 4:7).

Autoridades diversas: pastores, pais, esposos/esposas, governantes, juizes…

A única autoridade contra quem devems lutar e resistir é a autoridade de satanás sobre a humanidade, sobre as pessoas, cidades, organizações, mas ainda assim, lembrando que lutamos contra seres espirituais e não contra seres humanos. A luta não é contra carne e sangue (Ef. 6:12). Não lutamos contra pessoas mas contra quem as manipula.

No mais, consideremos aos outros como superiores a nós e preferindo-vos em honra.
Certamente você conhece a história do Rei Davi: Um homem segundo o coração de Deus.

Davi tinha uma luta séria nas esferas espirituais: Sua vontade humana era de se ver livre dos seus inimigos, entre eles SAUL, mas não se deixou levar pela carne, agindo dentro de princípios espirituais.

Quando teve a chance de matar SAUL não o fez. Embora usado pelo diabo através da inveja, SAUL era autoridade e levantar-se contra ele era o mesmo que ir diretamente contra o Senhor.

Davi disse algo sério: “AI daquele que se levanta contra um ungido de Deus”.

Cabe aqui uma perguntinha: “Quando dizemos ai?”.

Mas você deve estar perguntando: “Por que falar de compromisso e de submissao?”. Porque temos um CHAMADO.

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Fontes da Autoridade Apostólica

fevereiro 25, 2008

Shalon;

Quero compartilhar com você algumas coisas que tenho aprendido com o Senhor. Algumas podem ser meio “radicais”, mas examine atentamente. Uma das características do ensino apostólico é que ele costuma romper com estruturas. Lembra do vinho novo? Pois é…

Cada semana eu vou colocar uma das fontes. Mas os temas das 12 fontes estão abaixo:

  1. Estar sob uma autoridade (submissão)
  2. Ter compromisso com a unção que está em sua vida e com o objetivo dessa unção.
  3. Ser liberto das circunstâncias e emoções. Andar por fé e não por vista.
  4. Ter unção de RUPTURA – a resposta apostólica às tradições que prendem e escravisam.
  5. Fidelidade com valores espirituais (principios) – Liberalidade “… porque como recebi, assim ensinei…”
  6. Servir
  7. Unidade na diversidade
  8. Unção de transferência – “dai e dar-se-vos a”
  9. Intimidade e experiências com Deus
  10. Caráter irrepreensível
  11. Visão Inegociável
  12. Autoridade inquestionável

Que sua vida seja impactada com essas fontes e o poder e a autoridade sejam tua marca em Nome de Jesus.

Teu irmão

Ap. Paulo Eduardo

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Conexões Espirituais

fevereiro 22, 2008

Conexões!
Quando recebí essa palavra vinda do Pai eu achei estranho. Não por não saber o que significava, mas por não compreender onde poderia ser aplicada em minha vida ou na vida de qualquer outra pessoa.
Conexão nada mais é que ligação. Conectar é ligar!
Você conecta seu computador na tomada para poder utilizá-lo. Conecta um cano ao outro para que a água passe por eles chegando até o local onde será necessária. Conectamos nossas vidas às regras do dia à dia. Nos conectamos a pessoas…
Bom, conexão no sentido amplo é esse, mas algo que me chamou a atenção em especial é saber que a raíz de conexão é a mesma de ligar e que a de ligar (dar liga) é misturar. Então, conectar, num sentido mais direto é misturar duas coisas para ter uma!Com esses entendimentos fervilhando na minha cabeça o Pai me disse: “Qualquer um que queira ser usado por mim, necessita de 4 conexões essenciais, e qualquer um que queira mudar as situações à sua volta necessita dessas conexões, e qualquer que quiser mudar sua vida, necessita tê-las também”.
Tome por base o texto de João, capítulo 2:1-11.E, AO terceiro dia, fizeram-se umas bodas em Caná da Galiléia; e estava ali a mãe de Jesus.
E foi também convidado Jesus e os seus discípulos para as bodas.
E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho.
Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo? Ainda não é chegada a minha hora.
Sua mãe disse aos serventes: Fazei tudo quanto ele vos disser.
E estavam ali postas seis talhas de pedra, para as purificações dos judeus, e em cada uma cabiam dois ou três almudes.
Disse-lhes Jesus: Enchei de água essas talhas. E encheram-nas até em cima.
E disse-lhes: Tirai agora, e levai ao mestre-sala. E levaram.
E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo,
E disse-lhe: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.
Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele.

1ª Conexão

CONEXÃO COM A PALAVRA – Antes de qualquer coisa, existia neste contexto uma necessidade, e a primeira coisa que aconteceu foi que os homens envolvidos foram expostos à PALAVRA. Tinham uma necessidade e receberam uma direção: “Encham as talhas de água…”
Sem uma conexão com a Palavra de Deus não teremos direções e sem direção não conseguiremos chegar a nenhum lugar e nem mudar nada. Nossas direções são alvos e alvos precisam ser claros. A Palavra de Deus é clara. Davi disse que ela é luz!
Como disse, conectar é LIGAR. Esses homens se conectaram à Palavra que receberam.

2ª Conexão

CONEXÃO COM O PODER DE DEUS – Jesus liberou uma Palavra que mudou a situação e só o fez porque tinha uma conexão com o Poder de DEus. Em um momento ele fala ao povo e diz: “Vocês erram por não conhecerem a Palavra e o Poder de Deus”. Uma conexão com a Palavra é o começo, mas para que a Palavra se torne vida, precisamos da conexão com o Poder, com o Espírito Santo. É Ele quem torna a Palavra viva, mas sem a conexão com a Palavra não temos conexão com o Poder. Uma precede a outra.

3ª Conexão

CONEXÃO VERTICAL – CORPO X CABEÇA – Pense comigo: o corpo humano tem movimentos. Esse movimentos são resultados de estímulos cerebrais. Imagine por um momento que esses estímulos parem, o que acontece? Simples: o corpo para. Você já viu pessoas com paralisia ou algum outro tipo de deficiência associada à movimentos? Essas deficiências são resultados da falta de conexão com os neurotransmissores que liberam estimulos para gerar movimentos.
A Igreja é o corpo de Cristo, e Cristo é o cabeça da Igreja. Entendo que o corpo só se move se receber os “estímulos” da cabeça, sem isso, não se move. Agora pensemos: temos recebido estímulos da cabeça Cristo ou da nossa cabeça? Quando falo de nos movermos não me refiro a movimentos e sim a resultados. Temos tido resultados?
Jesus mandou os discipulos espulsarem demônios e eles foram e deu certo. Mandou que curassem as doenças, eles foram. Deu certo.
Temos recebido estímulos da cabeça? Se temos, então estão dando certo. Senão, não são da cabeça Cristo e sim da nossa.
Essas 3 conexões nos levam à 4ª e creio, uma das mais importantes.

4ª Conexão

CONEXÃO HORIZONTAL – CORPO X CORPO – Ainda com essa visão de corpo, entendemos que o corpo é constituido por membros. Somos corpo, mas ao mesmo tempo membros que compõem esse corpo.
Um corpo sem membros não é perfeito e um membro sem corpo apodrece, pois não tem conexão com o corpo de onde recebe vida.
Neste ponto é onde vemos uma dificuldade incrível: Conectar o corpo ao corpo. E então temos um problema:
– Se não estamos conectados ao corpo não fazemos parte do corpo;
– Se não fazemos parte do corpo não estamos conectados à cabeça Cristo;
– Se não estamos conectados à cabeça Cristo, também não estamos conectados ao Poder de Deus, pois nosso acesso à esse POder vem pela conexão com Cristo (estar em Cristo…);
– Se não temos conexão com o Poder de Deus também não temos com a Palavra Viva, porque ela é fruto da revelação, do rhema (palavra revelada) produzido pelo agir do Espírito Santo em nossa vida.
O salmo 133 diz que na comunhão o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.
Ali diz que há uma unção que desce da cabeça para os pés e que é como água que rega para produzir frutos.
Eu vejo essas conexões, e você?

Mas bem, voltamos ao texto de João 2 agora com esse entendimento e vejamos resultados:

Aquelas pessoas se conectaram à Palavra liberada por Jesus que tinha conexão com o Espírito Santo (Poder de Deus), e se conectaram às ordens (estímulos) que receberam de Jesus (cabeça) e se moveram, unindo-se uns aos outros (diz que “pegaram” as talhas, então eram várias pessoas), conectaram-se como corpo e assim obtiveram resultados.

Somente teremos os resultados que buscamos quando aprendermos a nos conctar nesses 4 níveis.

Deus te abençoe

Em Cristo

Ap. Paulo Eduardo

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Espírito de Jezabel na vida de ministros e ministérios

fevereiro 22, 2008

Agora quero te levar um pouco à frente na história e veremos um outro Elias. Nome diferente, cidade diferente, mesma nação, mesma unção. Profeta também. Seu nome é João Batista. Filho de um sacerdote, profetizado por um anjo com uma missão definida: seria aquele que iria adiante do Messias e lhe abriria os caminhos e só isso.
No começo ia tudo bem na vida de João Batista. Cresceu em estatura, em graça e em unção. No momento certo, assim como Elias ele se manifestou e veio confrontando quem? A situação Política, Social e Econômica assim como Elias havia feito em sua época e que sabemos, são esferas de atuação de Jezabel.
Se você observar os sermões de João Batista você vai ver essas três áreas bem claras:

Então as multidões o interrogavam dizendo: Que haveremos, pois, de fazer?
Respondeu-lhes: Quem tiver duas túnicas, reparta com quem não tem; e quem tiver comida faça o mesmo.
Foram também publicanos para serem batizados e perguntavam-lhe: Mestre, que haveremos de fazer?
Respondeu-lhes: Não cobreis mais do que é estipulado.
Também soldados lhe perguntavam: E nós, que faremos? E ele lhes disse: A ninguém maltrateis, não deis falsa denûncia, e contentai-vos com  vosso soldo.
Lucas 3:10-14
Ele falava sobre a forma de se fazer os negócios (economia), de se cobrar impostos (política) e de agir com as pessoas necessitadas e com a classe trabalhadora (sócio-cultural).
Agora, vejamos o que foi dito sobre João Batista:

E converterá muitos dos filhos de Israel ao SENHOR seu Deus,
E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto.
Lucas 1:16-17

Ele seria um homem chave com uma missão clara: seria o precursor do Senhor Jesus. João desde cedo deve ter ouvido de seu pai sobre o anjo que predisse seu nascimento, de seu chamado, o que e como deveria fazer. Ele estava tão consciente de seu objetivo que não teve duvidas e começou seu ministério da forma correta.
Ensinou, corrigiu, batizou. Tudo ia bem. Viu com seus próprios olhos o surgimento da maior promessa de Deus à humanidade, o Filho do Deus vivo, Jesus Cristo. Batizou-o e daquele momento em diante seu ministério havia terminado. João deveria ser um dos discípulos e não deveria ter continuado seu ministério paralelo. Mas o que vemos nos próximos capítulos revela a atuação de Jezabel em um profeta, ministro, líder… João não se deu conta que seu ministério era com o Senhor e começou a buscar discípulos para si mesmo. A bíblia diz que Jesus pregava nas cidades e nas sinagogas e João ainda pregava e batizava no deserto. Diz que as multidões seguiam a Jesus enquanto apenas alguns poucos seguiam a João.
Ele deve ter tentado tudo: de campanhas de marketing a folhetos com promessas (se estivesse em nossos dias teria mandado até carros de som ou feito campanhas de prosperidade). Então decidiu atacar alguém e expor erros de outras pessoas, algo que conhecemos bem em nossos dias, ou será que você nunca viu uma igreja atacando a outra e um pastor falando mal do outro?
João confronta Herodes diante do povo e neste instante, perde sua liberdade e em pouco tempo vai perder sua vida.
Herodes era o rei que estava vivendo em adultério com a mulher de seu irmão. Herodias era uma mulher manipuladora, inescrupulosa, adoradora dos ídolos e deuses romanos e criada numa cultura onde a sensualidade é uma das formas de poder. Sua filha segue-lhe os passos e no palácio encanta Herodes com uma dança a ponto dele lhe prometer o que quiser. O que ela pede? O que a mãe quer: a cabeça de João Batista.
Bom, João Batista tipificava Elias em seu chamado para o tempo que viveu. Elias no seu tempo confrontou Jezabel e também teve sua vida ameaçada a ponto de querer morrer e desistir. Fugiu para se proteger. Enfiou-se em uma caverna como os outros profetas de seu tempo.
Hoje eu vejo a atuação de Jezabel causando divisões de ministérios. Pastores que começam ajudando e depois estão dividindo, causando escândalos, criticando outros para ganhar membros e coisas do tipo.
Começar bem não significa grande coisa. Penso que terminar bem é um grande resultado. Um ex-professor dizia nas suas aulas que não se deveria medir o ministério de um homem pela forma como começa, e sim como termina. Um sábio conselho que nunca mais me esqueci.
João representa bem muitos pastores que vemos hoje e muitas igrejas que vemos hoje. No começo movem-se em direção ao chamado, depois querem ir paralelos ao mover e depois simplesmente se perdem pelo caminho e muitos perdem mais que seu chamado. Perdem família e a vida!
Mas por que falar de Elias e por que falar de João Batista se o assunto aqui é Jezabel?
Elias enfrentou a própria, João enfrentou seu modo de agir, e a igreja deste tempo, que é tipificada profeticamente como uma igreja que vai agir no espírito de Elias tem muito a aprender com os Elias anteriores tanto em seus acertos como em seus erros.
Quando os discípulos perguntam para Jesus por que os fariseus diziam que Elias viria primeiro Jesus lhes responde em dois tempos: Já veio e virá. Passado (representando Elias) e futuro representando a igreja. E diz: Eu porém lhes digo: Elias já veio e fizeram dele o que queriam (aqui ele falava de João Batista – tempo presente).

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Espírito de Jezabel na Igreja

fevereiro 22, 2008

E ao anjo da igreja de Tiatira escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem seus olhos como chama de fogo, e os pés semelhantes ao latão reluzente:
Eu conheço as tuas obras, e o teu amor, e o teu serviço, e a tua fé, e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras.
Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.
E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu.
Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.
E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras.
Mas eu vos digo a vós, e aos restantes que estão em Tiatira, a todos quantos não têm esta doutrina, e não conheceram, como dizem, as profundezas de Satanás, que outra carga vos não porei.
Mas o que tendes, retende-o até que eu venha.
E ao que vencer, e guardar até ao fim as minhas obras, eu lhe darei poder sobre as nações,
E com vara de ferro as regerá; e serão quebradas como vasos de oleiro; como também recebi de meu Pai.
E dar-lhe-ei a estrela da manhã. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
Apocalipse 2:18-29
Repare que Jezabel atuou em dois tempos estratégicos. Um foi num momento onde um novo tipo de ministério estava surgindo através da vida do profeta Elias. Elias inaugurou um novo tempo no ministério profético formando sucessores ou discípulos. Depois aparece na Igreja do tempo do fim, ou, as igrejas do apocalipse.
Porém podemos perceber a atuação desse espírito em outros momentos da história, mesmo que o nome não esteja escrito, os rastros do seu “modus operandi” estão claros.
Vamos falar um pouco sobre Elias.
A Bíblia apenas diz que ele era um tesbita. Sem nome de pai ou mãe ou ocupação anterior. Um profeta que foi levantado por Deus para realizar o que os outros profetas não fizeram. Bom, Jesus disse que se não clamássemos as pedras clamariam…
Elias aparece sem um currículo teológico, sem renome, sem “experiência” comprovada e vai direto ao assunto: confronta Acabe e lhe traz uma declaração de culpa por sua atitude. A questão é que a atitude de Acabe era a mesma de todo o povo, afinal o povo reflete aqueles que são autoridade sobre eles (preste atenção nisso ok!). As pessoas debaixo da sua autoridade serão exatamente o que você é. Nem mais, nem menos! Nos multiplicamos através do que somos.
A sentença se cumpriu sobre a nação por três anos e meio ate que Deus enviou outra palavra para Elias revertendo a situação e ele teve a oportunidade de fazer a maior campanha evangelistica de todos os tempos e entrar para o Rol da Fama ao lado de Jonas e de Pedro.
Ele se apresenta a Acabe e diz que vai chover e ao mesmo tempo confronta o sistema religioso que era o culpado pela situação que existia sobre a nação.
Preste atenção mais uma vez: não adianta irmos com calma. Em alguns momentos teremos sim que chutar o pau da barraca e mostrar com sinais aquilo que dizemos com palavras.
Elias desafia os falsos deuses, desafia a inutilidade da idolatria e mostra que a idolatria produz inércia e que a única coisa capaz de vencer a inércia é uma ação objetiva. Ele propõe um “duelo” entre o profeta solitário e o exército de profetas felizes de Jezabel.
Você e eu conhecemos o desfecho. Graças a Deus houve uma mudança.
Cabe aqui um parêntese: Elias apresentou ao povo uma oportunidade de escolha com base em fatos não em palavras e sentimentos. O que o mundo precisa é de pessoas capazes de dar às pessoas capacidade de escolha com base em fatos. Paulo disse que havia pregado o evangelho não com palavras de sabedoria, mas em poder de Deus com demonstrações de sinais, prodígios e maravilhas. Se ele pôde você e eu podemos também. Essa unção repousa sobre a Igreja e você é Igreja do Senhor.

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Espírito de Jezabel na Economia

fevereiro 22, 2008

Jezabel atua também na economia e como você percebeu, da cultura para a economia existe uma linha muito tênue e quase imperceptível. Se ela muda os padrões de certo e errado de pode e não pode, muda também os hábitos e assim, influencia nas ações financeiras.
O resultado mais comum da atuação de Jezabel é a miséria!
O resultado da atuação de Jezabel em Israel foi seca que veio sobre a nação por falta de chuva devido ao pecado da idolatria.
Onde não há chuva não há vida. Não se colhe o que se planta e os animais não sobrevivem. Temos um exemplo típico dessa situação bem aos nossos olhos na região nordeste do Brasil onde a idolatria é tão tangível e os resultados tão claros que nesta região não se tem perspectiva de vida e sim de sobrevida.
Se você olhar para as páginas da sua bíblia vai ver que uma das maldições pela idolatria é a ruína e a falência. Jezabel traz consigo essas conseqüências.
Não longe disso, ela procura calar aqueles que têm em suas mãos o poder de mudar esse quadro. Quero chamar a sua atenção para um outro fato: no tempo de Jezabel existiam aproximadamente sete mil profetas escondidos em cavernas com medo de aparecer e morrer, mas o poder de mudar a história estava com eles embora tenham decidido se esconder.
Isso ocorre hoje com todos aqueles que têm o poder de mudar alguma coisa: têm medo!
Será que somos assim? Temos a oportunidade de fazer algo acontecer de expor uma situação errada que pode ser mudada e temos medo agir? Pois quero te falar uma coisa: Deus nos deu a autoridade para mudar as situações à nossa volta e transformar o local onde estivermos. Temos a autoridade para ir contra todo o poder do inimigo e nada nos causará dano, mas se não formos também nada acontecerá e o dano será questão de tempo.
Agora pense comigo, os profetas viviam escondidos em cavernas em Israel nós hoje vivemos escondidos em igrejas! Mas para que a Igreja existe? Ela existe para impactar a sociedade, para transformar o local onde está inserida e não para ficar estática diante das situações que destroem o homem que Deus criou à sua imagem e semelhança!
Enquanto não nos conscientizarmos que nosso chamado é maior que nossa própria vida porque é eterno, jamais entenderemos que a nossa autoridade vai além das nossas forças e capacidades físicas. Vivemos um tempo onde Deus deseja encontrar apenas alguém que se deixe usar pelo Espírito Santo para fazer milagres e sinais iguais aos realizados nas páginas das nossas bíblias e que olhamos e desejamos ver acontecer novamente. Posso te contar um segredo? Existe um cego que quer recuperar a visão procurando por você. Existe uma pessoa atormentada e possessa por espíritos imundos procurando alguém que possa liberta-la. Existem homossexuais atormentados em cadeias de degradação moral, assim como prostitutas e jovens drogados buscando alguém que lhes diga a verdade e tenha coragem de sair da caverna para dizer que o que estão vivendo não é vida e sim morte. A minha pergunta, assim como a do Senhor é a mesma: Cadê Você?